Acusado de integrar grupo que vendia drogas pelo WhatsApp e oferecia serviço de delivery é mantido em prisão preventiva Post publicado:02/02/2026 Categoria do post:STJ Acusado de integrar grupo que vendia drogas pelo WhatsApp e oferecia serviço de delivery é mantido em prisão preventiva Leia mais artigos Post anteriorPesquisa Pronta destaca requisição de informações ao Coaf pelos órgãos de persecução penal Próximo postMantida prisão de membro da Mancha Verde acusado de participar de emboscada que matou torcedor cruzeirense Você também pode gostar Consulta pública sobre as metas do STJ para 2026 começa nesta segunda (16) 16/06/2025 STJ conquista Selo Diamante no Prêmio CNJ de Qualidade 2025 02/12/2025 Espaço Cultural sedia lançamento de obras sobre lei de falências e regulação da inteligência artificial 03/12/2025
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