Mercados preditivos: por que regulá-los. E e por que não pela CVM

A recente popularização dos chamados “mercados preditivos” recolocou no centro do debate jurídico um fenômeno que desafia categorias clássicas do Direito Financeiro. Plataformas como Polymarket e Kalshi permitem que usuários negociem contratos atrelados à ocorrência de eventos futuros — eleições, decisões de política monetária, aprovação de medidas legislativas ou divulgação de indicadores macroeconômicos — com […]

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